| » Alguns dos principais monumentos/locais de vita no Concelho |
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Por decreto 310/73 de 16 de Junho de 1973, a então Vila da Póvoa de Varzim foi elevada à honrosa categoria de cidade. |
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Testemunhos fragmentados da história local e nacional estes monumentos lembram a divida de gratidão que a comunidade tem para com os homenageados que reforçam a sua presença na consciência colectiva.
Homens "simples" ou bem nascidos guindaram-se à categoria de heróis pela perceverança e a solidariedade, pelo brilho, e pela bravura dos actos. |
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| Cego do Maio |
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Monumento situado no Passeio Alegre, inaugurado em 1909 e construído por iniciativa dos poveiros no Brasil.
Homenagem ao heróico pescador José Rodrigues Maio nascido em 1817 e falecido a 1884 este é, sem dúvida, o mais emblemático da larga galeria de heróis poveiros.
Homens simples, pescadores por profissão, moldaram a sua conduta nos preceitos de interajuda que a vida em comunidade determinava.
Cego do Maio, de seu nome José Rodrigues Maio, arriscou a sua vida dezenas de vezes restituindo-a aos seus companheiros e a tantos outros náufragos. |
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As suas proezas heróicas mereceram, entre outras, o maior galardão nacional: o Colar da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, insígnia que lhe foi colocada pessoalmente pelo Rei D. Luís I. |
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| Elísio da Nova |
Monumento importante situado no largo do mesmo nome, inaugurado em 1963 construído pelo Clube Naval Povoense e pelo poveiro Rui Calafate.
Elisio da Costa foi telegrafista da caça minas "Augusto de Castillo", morreu no seu posto de trabalho durante a guerra de 1914/18.
Elísio da Nova é para as gentes da Póvoa um símbolo de coragem e abnegação, cuja origem mergulha na vida dos seus irmãos pescadores, protagonistas da "história trágico-marítima dos poveiros".
Nasceu nesta cidade e possuía várias condecorações. |
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| Igreja românica de S. Pedro de Rates (Séc. XII/XIII ) |
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Este templo teve na sua origem uma capela modesta da época da Reconquista que foi reedificada em finais do séc. XI, por iniciativa de D. Henrique e D. Teresa. O edifício condal conhece novos voos no tempo de D. Afonso Henriques, quando se inicia a construção da actual igreja no séc. XII,
tendo as obras terminado um século mais tarde. É um apreciável exemplo do estilo românico do nosso país. De construção pesada, feita de granito, tem poucas aberturas, uma delas, a rosácea, na parte superior da fachada. |
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Pelourinho de Rates ( Séc. xvi - Monumento Nacional ) e Antigos Paços do Concelho de Rates (1755) |
Elementos simbólicos da autonomia administrativa que Rates manteve até 1836. Povoado antigo, S. Pedro de Rates era sulcado por importantes eixos viários (estrada romana, caminho de Santiago; ligações ao Porto, Viana, Braga, etc). |
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| Aqueduto (Séc. XVIII - Monumento Nacional) |
Construção de 999 arcos que transportava a água das nascentes de Terroso para o mosteiro de Santa Clara de Vila do Conde. Construído de 1705 a 1714, atravessa as freguesias de Beiriz e Argivai.
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| Igreja Matriz (Séc. XVIII - Imóvel de Interesse Público) |
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Construção iniciada em 1743 e terminada em 1757, este é o templo mais antigo e significativo da cidade e marca a consolidação do crescimento do povoado. Esta igreja barroca ostenta, nos seus vários altares, uma talha dourada "Rocaille" impressionantemente rica. |
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| Paços do Concelho |
A arcada da frontaria, desenhada em 1790-91 pelo Engº francês Reinaldo Oudinot, sugere a estrutura arquitectónica e decorativa da Feitoria Inglesa do Porto. Inaugurada em 28 de Dezembro de 1807, sofreu, entre 1908-10, profundas obras de ampliação e decoração orientadas pelo etnólogo Rocha Peixoto e pelo pintor belga Joseph Bialman: torre e azulejamento interior e exterior do edifício.
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| Capela de Nª Srª das Dores (Séc. XVIII - Imóvel de Interesse Público) |
Este templo, de formato pentagonal e estilo barroco, data dos finais do séc. XVIII, embora só em 1866 tenha adquirido o aspecto actual com a conclusão das 6 pequenas capelas circundantes. Representadas por esculturas de tamanho natural, estão aqui ilustradas seis dores de Nossa Senhora, estando a sétima no próprio altar-mor. |
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| Cividade de Terroso |
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Situa-se numa elevação com cerca de 153 m de altitude, onde se regista um longo período de ocupação (800/700 a.C. - séc. III d.C. ) e que forneceu já importantes elementos de estudo para a história dos povos castrejos e da implantação romana. A sua descoberta e escavação deu-se nos inícios do século XX pela mão de Rocha Peixoto e, desde 1980, vêm-se realizando trabalhos arqueológicos tendentes à sua escavação, estudo e valorização. No Museu Municipal existe um "Núcleo de Arqueologia" onde está em exposição o espólio mais significativo desta estação arqueológica.
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| Monte de S. Félix |
Este é o ponto mais elevado da serra de Rates, 202 m de altura. Ponto panorâmico privilegiado, daqui se pode observar toda a região e notar-se a sua diversidade marítima, campesiana e urbana. Aí estão instalados moinhos, alguns deles convertidos em residência de férias, a capela de S. Félix e a Estalagem do mesmo nome.
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| Campos Masseira |
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Forma inteligente de aproveitamento das dunas onde, em pequenas explorações, praticando-se uma cultura intensiva, se obtêm excelentes produções hortícolas. Na zona de Aguçadoura e Estela, os agricultores cavaram as dunas até próximo do nível freático (lençol de água) - o que permite um grau de humidade mais ou menos constante ao longo do ano - e modelam o campo em forma de masseira ou gamela.
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| Nos valados, cultiva-se a vinha. Com este rebaixamento de reforçada por sebes, de que resulta um aumento térmico. Estes dois factores aliados (humidade e temperatura) fazem com que funcionem como uma espécie de estufa. |
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| Museu Municipal de Etnografia e História |
Este é o ponto mais elevado da serra de Rates, 202 m de altura. Ponto panorâmico privilegiado, daqui se pode observar toda a região e notar-se a sua diversidade marítima, campesiana e urbana. Aí estão instalados moinhos, alguns deles convertidos em residência de férias, a capela de S. Félix e a Estalagem do mesmo nome.
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| Monumental Casino da Póvoa |
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É numa belíssima construção clássica, inaugurada em 1934, e concebida de raiz para a função que ainda hoje desempenha: espaço privilegiado de convívio e diversão, onde o jogo se associa à alegria dos espectáculos diários.
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